quarta-feira, agosto 01, 2012

no man is an island

começou assim:

 e assim continuou:


para se transformar nisto:



terça-feira, julho 31, 2012

aos 3 leitores deste blogue:

bora começarmos a identificar-nos nos comentários, ahn? que bela ideia que tive agora, ahn!!??

quinta-feira, julho 26, 2012

day dreamer

hoje disseram-me que o sou. e sou mesmo. sempre. todos os dias. e à noite também.

terça-feira, julho 24, 2012

a luta contra as minhas fobias

há palavras de que não gosto, não sei por quê, se calhar pela sonoridade. irrita-me os ouvidos. 


pentelho |â ou ê|
(pente + -elho)

s. m.
1. [Calão]  Cada um dos pêlos que cobrem o púbis.
2. [Calão]  Coisa mínima ou de pouca importância.
3. [Brasil, Calão]  Pessoa aborrecida ou irritante.


mas há outras que são tão apetitosas que dá vontade de cantarolar a qualquer momento, como bandalho.


bandalho
(bando + -alho)

s. m.
1. Pessoa sem vergonha, cujo comportamento é desprezível.
2. Pessoa que se veste de forma andrajosa. = MALTRAPILHO, PELINTRA
3. [Antigo]  Pedaço de pano gasto ou rasgado. = ANDRAJO, FARRAPO, TRAPO

in priberam

por causa desta merda vou estar sem pôr os pés aqui durante muito tempo.

quinta-feira, julho 19, 2012

robert smith & batatoon

hoje tive noção, pela primeira vez, de que por mais que uma pessoa esteja em baixo, terá havido sempre um momento da vida que tenha sido pior. a prova:

como diriam os farenses: má k cabele é esse mó?

terça-feira, julho 17, 2012

note to self

- depois de estacionar em locais desconhecidos, ver o nome da rua onde deixei o baguinamobile;
- depois de copos, manter o tm afastado;
- depois de lidar com um fdp, lembrar que o mundo não está cheio de fdp (mas k há fdp comó cara***!)

segunda-feira, julho 02, 2012

se o fim fosse uma coisa boa, chamar-se-ia algodão doce.


quinta-feira, junho 14, 2012

quinta-feira, maio 31, 2012

o meu corpo é o meu livro e nele escrevo a minha história. são 32 anos, tenho tanto para contar.

sexta-feira, março 23, 2012

ele há coisas...

há já muito tempo que não vinha ao meu espacinho.
mas hoje não aguentei mais e tenho mesmo de despejar o que me vai nas entranhas.

manifestação de ontem:
as pessoas condenam a atitude dos polícias que agrediram manifestantes e não só. e se virmos isto por outra perspectiva? ora, agora estava eu aqui, sugadita na minha secretária, e chegam uns manos, aos gritos, à minha sala. os manos gritam, ofendem e estrebucham-se todos. a minha paciência, que não é muita, iria esgotar-se à velocidade da luz e o mais certo é que algum levasse com um teclado nas trombas no espaço de 30 segundos, em menos tempo ainda se estivesse em período pré-menstrual. e alguns dizem: mas colaida, os senhores agentes da polícia são agentes da autoridade e não podem perder a cabeça e dar trolitadas na cabeça das pessoas. e por que não? não são humanos antes de serem polícias?

aquilo que parece agravar mais a situação é o facto de os senhores polícias terem agredido foto-jornalistas. então se os senhores das fotografias têm umas lentes tão grandes, por que razão estavam lá no meio da confusão? não conseguiam fotografar de outro sítio? faziam um zoomzito, assim comássim, as fotos não ficaram grande coisa...

não defendo a violência, quero que fique bem claro.


domingo, julho 31, 2011

no início é sempre tudo muito bonito...

o carinho

as palavras simpáticas trocadas

a delicadeza

depois, sem que nos apercebamos, as coisas vão mudando. as palavras simpáticas trocadas dão lugar a um silêncio constrangedor. um já pensa em abandonar o outro mas não o diz, apenas espera uma oportunidade.

sôr dentista,
gostei muito desta primeira vez, do meu dentinho novo, das explicações que dava enquanto eu me babava de boca aberta, mas é só haver UMA dorzinha, e esta muninah (jesus) vai procurar outro, ok?

sábado, janeiro 29, 2011

curta mensagem de apreço à minha professora de oficinas de francês:

enfia o divórcio no cu e vai pó caralho!
atenciosamente, colaida.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

vejo que a minha vida atingiu um patamar de miséria quando:

- tenho de cortar as unhas das mãos no carro, enquanto conduzo (na próxima viagem a ver se dou um toquezinho nas dos pés);

- tocam os scorpions na rádio e eu não consigo levantar-me para mudar de estação.

sábado, novembro 27, 2010

hoje fui ao cabeleireiro com a intenção de o cortar, depois de uma má experiência na casa de banho. NINGUÉM DEVIA DEIXAR-ME MAIS DE 20 MINUTOS NUMA CASA DE BANHO COM UMA TESOURA - NÃO PODE CORRER BEM! entrei no estabelecimento e a senhora informou-me que teria que esperar cerca de 30 minutos, ao que acrescentou: enquanto espera, não quer fazer as sobrancelhas? ou uma pedicura?ou as sobrancelhas?

fui fazer tempo para outras bandas. quando regressei, a senhora lavou-me o cabelo. até aqui tudo bem... massajou-me o couro cabeludo, tudo bem. massajou-me as sobrancelhas, WTF!? só faltava pôr champô e começar a lavá-las.
o senhor cabeleireiro (este senhor):


começou a cortar o meu cabelo, e seis cabelos no chão
depois estava despachada! (já referi que ando com queda de cabelo?)

segunda-feira, setembro 06, 2010

o dom

desde pequena que tenho a ilusão de que estou destinada a algo grandioso. não por me achar melhor que os outros, ou pior. mas por uma razão muito válida. sou aquilo a que as pessoas chamam de TAF. quando estava no barrigão da minha mãe, ela tentou ver-se livre de mim (já estás desculpada) porque eu e o meu irmão tínhamos pouco tempo de diferença e ela tinha medo de não dar conta do recado (mas conseguiste).

depois de ter saído para este mundo vil e cruel, tive uma cena qualquer que fez com que a minha peruca caísse toda. a madrecita, cheia de culpa, pensou que havia sido por ter tentado assassinar-me. mas mais uma vez, sobrevivi.

e daqui nasceu a ideia de que teria uma razão muito forte a prender-me à vida. como que se estivesse destinada a salvar o mundo, a descobrir a cura de doenças incuráveis, a acabar com a fome e guerra no mundo - mais ou menos como uma miss. então comecei por procurar uma área para a qual tivesse um dom natural. da vasta lista já eliminei algumas áreas:

- transformismo

- profissional de limpezas domésticas (experiência dramática no 2º ano da universidade)

- educadora, professora, formadora e afins

- cantora lírica

- qualquer tipo de serviço que envolva sangue (médica, enfermeira, talhante, boxeur, etc.)

o tempo continua a passar e ainda não descobri a cura de nenhuma doença, não acabei com a fome nem com a guerra no mundo.
segundo a ONU, ainda tenho até aos 81 anos, já só faltam 50 e qualquer coisa, é melhor apressar-me.

terça-feira, junho 15, 2010

quinta-feira, maio 27, 2010

se houver um problema que mais ninguém consiga resolver, lembro-me dele. porque para mim ele há-de sempre conseguir resolver tudo. se o mundo estivesse prestes a acabar, ele havia de arranjar uma solução, nem que fosse pôr uma anilha. porque para mim ele é o meu herói.
se estiver indecisa e não souber o que fazer, lembro-me dela. porque para mim, ela dá-me sempre as melhores opiniões, porque ela faz sempre o possível, o impossível e o inimaginável para me ajudar, porque ela é a mulher mais trabalhadora que alguma vez conheci, a mais corajosa.
e quando sinto saudades deles fico sempre assim, parva de saudades.
e ainda há o outro, aquele que seria igualzinho a mim, não fosse o nariz e as bochechas gigantes. aquele que sei que sempre me há-de proteger e mesmo em silêncio está sempre comigo. e agora anda um bocadinho dele por aí. um bocadinho lindo. um bocadinho pequenino.
e há a outra, a quem conto aquilo que não conto a mais ninguém. que também tem um bocadinho dela por aí. é um bocadinho maior. e é um bocadinho lindo também. um bocadinho com 2 anos.
e fico assim ainda mais parva. e com mais saudades.

quarta-feira, março 31, 2010

o melhor de ser tia

na semana passada o baguinamobile deixou de respirar.

depois de um dia de trabalho, quando cheguei ao pé dele, estava sem bateria. liguei em pânico para a minha salvadora - mi madrecita. reprodução não muito fiel do telefonema:

eu: mãe, fiquei sem carro!
mãe: então?
eu: não sei... liguei-o e ...
(interrupção brusca da mãe)
mãe: ai a pipinha já faz adeus!
eu: mãe? fiquei sem carro.
mãe: e já sabe bater palmas! e o pai chegou aqui e ela fez logo adeus e...
eu: mãe! fiquei sem carro, não posso vir trabalhar, vou ficar desempregada, sem um tecto sobre a minha cabeça, dedicar-me a uma vida de toxicodependência e prostituição e ...
mãe: ai tá tão linda a nossa menina!
eu: ...

este aviso é para ti, texugo gordo (e tu sabes quem és, criatura vil de 8 meses que fez com que as nossas vidas girassem à tua volta!): vamos ter uma conversa quando já souberes ler e escrever!

terça-feira, março 23, 2010


... e esta... hmm... bem, esta é só porque és feio!

segunda-feira, março 22, 2010

u suck!


(esta é plo crimen sollicitationis!)